Apesar de tantas vantagens, o comércio eletrônico ainda tem que lidar com um pequeno empecilho: custo do frete. Em geral as transações quase sempre requerem o envio de mercadorias, no qual são cobrados os valores de serviço dos Correios ou de transportadoras especializadas. Este é um custo adicional ao consumidor, que às vezes paga apenas em frete, um valor quase semelhante ao produto adquirido na loja virtual. Sendo um dos maiores custos dessas empresas é um desafio para eles pensar em idéias que possam ao menos diminuir o efeito deste impacto.
Existem já algumas práticas que podem ser usadas para diminuir tal efeito. A principal delas é a adição de um valor a mais ao final da transação. Este específico valor será usado para custear o frete. Com essa prática, as empresas tem condições de subsidiar programas de frete grátis e seus custos com outras atividades, como trocas ou devoluções. Outra prática é o acordo com transportadoras. Este acordo pode gerar um desconto, que à longo prazo pode fazer diferença no orçamento final da empresa.
Porém, há outro método que pode inovar e trazer muitos benefícios para empresas de comércio eletrônico. Aliás, grandes lojas virtuais como o eBay nos EUA e o eStoks no Brasil já fazem uso de parcerias com empresas que ajudam o consumidor à achar um transportador por um preço bem mais acessível do que ter a mercadoria enviada pelo Correio ou por transportadores específicos. Um exemplo de empresas como essa é a uShip, que atua em parceria com várias lojas virtuais no mundo inteiro e providencia um custo de frete dos produtos bem menor do que o esperado. Apesar de recente aqui no Brasil, este novo tipo de atividade pode trazer muitos benefícios aos consumidores que vão pagar menos pelo valor total do produto e às empresas, que terão gastos de frete menores.
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